André Pauletto
Plano de Liberdade Patrimonial

De obrigação
a escolha.

Sou André Pauletto. Em 90 dias, você sabe onde está, qual é o seu Patrimônio Mínimo da Liberdade — e o que muda daqui pra frente. Fee-based: taxa fixa sobre o patrimônio. Sem comissão de produto.

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CFP® · R$ 140M sob aconselhamento · Sócio Expertise Investimentos (afiliada XP)
CFP® · Expertise Investimentos · R$ 140M sob aconselhamento · Fee-based, sem comissão de produto · Planejamento Patrimonial · CFP® · Expertise Investimentos · R$ 140M sob aconselhamento · Fee-based, sem comissão de produto · Planejamento Patrimonial ·
I. O que observei

Você ganha bem há anos.
E ainda sente que está tocando como dá.

Depois do primeiro milhão acumulado, o problema muda de natureza. Deixa de ser ganhar mais. Vira saber para onde cada real está indo, e por quê.

  • Previdência Aberta há anos — ainda paga carregamento. Nunca revisada.
  • Tributação Regime escolhido no início, nunca revisado. Paga mais do que deveria.
  • Fontes de renda Estruturadas de um jeito que maximiza a carga tributária desnecessariamente.
  • Seguro de vida Não cobre o que a família precisaria num cenário ruim.
  • Inventário Custaria entre 9% e 14% do patrimônio — hoje.

Nada disso é falha individual. É o resultado natural de uma rotina intensa combinada com um modelo de assessoria que paga por giro, não por plano.

II. O que entendi

Existe um número que muda como você decide tudo. Eu chamo de Patrimônio Mínimo da Liberdade.

É o valor a partir do qual sua renda passiva, descontada a inflação e a tributação real, paga seu padrão de vida pelo resto da vida. A partir desse ponto, trabalhar passa a ser opção. Antes desse ponto, não.

Quase ninguém sabe esse número. E sem ele, qualquer decisão patrimonial vira só um chute educado.

Por isso o Plano começa por aí. Calculamos o seu Patrimônio Mínimo da Liberdade no primeiro mês, e o resto se organiza em volta dele.

"A pergunta central não é quanto você vai ter. É quando você poderá trabalhar por escolha."
III. O que construí

Três pilares. Um plano escrito. Acompanhamento contínuo.

I.

Clareza Patrimonial

Começo pelo diagnóstico completo do que existe — financeiro, imobiliário, previdência, seguros, estrutura jurídica — e calculamos o seu Patrimônio Mínimo da Liberdade. Saímos com um documento, o seu Plano Patrimonial.

II.

Renda Passiva Inteligente

Alocação por objetivos, com eficiência tributária. CDBs, FIIs, IPCA+, ETFs, previdência usada como ferramenta sucessória, exterior como complemento. Brasil primeiro, sofisticação só onde paga.

III.

Alinhamento de Interesses

Acompanhamento contínuo sob taxa fixa sobre o patrimônio. Reuniões periódicas, ajustes por mudança de fase de vida. Você não recebe ligação minha com "oportunidade da semana".

IV. Como sou pago

Quem indica um produto, ganha quando indica.

O assessor remunerado por comissão recebe da corretora a cada operação que você faz. Quanto mais o cliente gira a carteira, mais ele recebe. O incentivo está claro, e basta isso para o conselho ficar enviesado — independente de caráter. Fiz parte dessa estrutura pois ela foi a única por muitos anos no mercado, mas esse mesmo mercado evoluiu.

O fee-based inverte essa estrutura. Sou remunerado por taxa fixa sobre o patrimônio sob aconselhamento. Ganho conforme seu patrimônio cresce. Oferecer produto X ou Y não mexe na minha remuneração do mês seguinte. Sem rebate, sem comissão de produto, sem meta de banco.

"Se você tem cuidado do patrimônio de uma forma que não considera ótima, o risco de conhecer o Plano de Liberdade é zero. O custo de não ter um plano, não."
André Pauletto
V. O que vivi

Três conversas que ilustram o que acontece depois.

01.
Ricardo A.
42 · Empresário
R$ 4k/mês
economia fiscal recorrente

Carteira de R$ 2,3M espalhada em 18 posições, herdada de três bancos diferentes. Reorganizamos para 8 posições core, alinhadas por objetivo. Nada exótico, só estrutura.

02.
Fernanda C.
44 · Executiva
−6 anos
menos do que ele imaginava para liberdade

Chegou achando que estava longe. Calculamos o número e a distância encolheu — desde que parasse de tratar o imóvel da praia como investimento.

03.
Bruno T.
36 · Profissional liberal
3 decisões
que mudaram a trajetória

Patrimônio menor do que ela achava ideal para começar. O problema não era tamanho — era ausência de estrutura. Plano feito, a trajetória virou.

— Nomes mantidos com autorização. Contextos preservados.

Se algum desses cenários parece familiar, vale uma conversa de 50 minutos.

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VI. Antes de marcar

Algumas condições precisam estar dadas.

Faz sentido se você
  • Tem patrimônio em formação ou já consolidado — está montando carteira, organizando o que tem espalhado, ou estruturando o próximo capítulo
  • Tem rotina intensa e quer delegar a gestão patrimonial com confiança, sem virar estudante de finanças
  • Aceita um plano escrito como ponto de partida, e revisões periódicas como rotina
  • Quer entender como cada decisão financeira conversa com a próxima — em vez de tomar cada uma isolada
  • Já passou pela frustração do modelo comissionado, ou desconfia que está nele agora
  • Quer "passar a régua" na sua gestão financeira e patrimonial, com uma solução que te dá clareza na construção de renda passiva daqui pra frente.
Não faz sentido se você
  • ×Procura recomendação pontual de ativo, sem plano
  • ×Quer alguém para validar palpites de curto prazo
  • ×Espera retorno garantido ou "oportunidade quente"
  • ×Quer terceirizar decisão sem nunca olhar para o plano
VII. O convite

50 minutos. Diagnóstico honesto. Sem proposta empurrada.

A primeira reunião é diagnóstica. Você traz o cenário atual — patrimônio, estrutura, objetivos, dúvidas — e eu trago perguntas. Saímos da conversa com três coisas claras: onde você está hoje, qual a distância até o seu Patrimônio Mínimo da Liberdade, e o que faria diferença nos próximos doze meses.

Se fizer sentido seguir junto, conversamos sobre o plano completo no encontro seguinte. Se não fizer, você vai ter obtido alta clareza a partir deste "check-up". Sem follow-up insistente.

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VIII. Perguntas frequentes

Cinco perguntas que sempre aparecem.

Já tenho assessor. Por que conversar com você? +
A primeira pergunta a se fazer é simples: como ele é remunerado? Se é por comissão de produto, o conselho está estruturalmente enviesado, mesmo com a melhor das intenções. A segunda: ele já fez um plano patrimonial completo, escrito, baseado nos seus objetivos? Se a resposta é "não exatamente", vale a conversa.
Quanto custa? +
Honorário fixo anual sobre o patrimônio sob aconselhamento — sem cobrança por operação, sem rebate de produto. Em 9 de cada 10 diagnósticos iniciais, o valor fica abaixo da ineficiência tributária que identificamos: o plano tende a se pagar antes mesmo de começar a crescer. O número exato é definido na proposta, depois da reunião diagnóstica.
Quanto tempo dura para construir o plano? +
Os primeiros 90 dias são dedicados a diagnóstico, plano escrito e primeiras execuções. Depois entra a fase de acompanhamento contínuo, com cadência mensal ou trimestral conforme o estágio do cliente.
Vocês indicam ativo específico? +
Sim — dentro do plano. O que não fazemos é ligar com "oportunidade da semana" desconectada do plano. Cada decisão tem que se justificar pelo objetivo que serve.
IX. Último ato

A diferença entre quem para por escolha e quem para por exaustão é, quase sempre, um plano.

Se faz sentido conversar, a próxima janela disponível está aberta abaixo.

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